Juliana Jesus Paixão

CONTEÚDO CATÓLICO DE QUALIDADE E CREDIBILIDADE

Oi sou a Juliana Jesus Paixão e no meu canal, estamos aqui para combater as fake news sobre igreja católica e te informar sobre as principais notícias, trazemos também histórias da igreja católica, analises sobre as polêmicas e React.

Trazemos ao máximo a verdade e os fatos sobre a igreja católica, todos os dias passando credibilidade para você cristão católico.




Juliana Jesus Paixão

Nós fizemos uma live dedicada a esta inspiração para nós e hoje damos adeus a esta vida tão bem vida.

Deus te receba Lito e fortaleça sua família.

Assistam o vídeo que fizeram para ele:
www.instagram.com/reel/Dd92lUChvyV/?stkn=ajk0dTUxM…

14 hours ago | [YT] | 38

Juliana Jesus Paixão

Ora, ora... você é católico e responde ataques de ALGUNS PROTESTANTES?

Segundo este comentário, isso quer dizer que é “chumbo trocado” ou que você se faz de vítima!

Tô dizendo que nas últimas semanas aqui recebemos uns comentários mais absurdos que outros. Mas, graças a Deus, fazemos tudo com muita responsabilidade e com históricos.

Este comentário já foi respondido com bastante texto e ponto a ponto. O que quero trazer aqui para a nossa reflexão é o seguinte fato:

Quando um católico produz conteúdo envolvendo alguma questão de protestantes é porque está provocando, ele é o vilão ou, pior, se faz de vítima.

Ah, e só pode fazer se seguir as regrinhas determinadas na cabeça de alguém ou de algum grupo. E mesmo assim, se não for assim, vai tomar uma resposta adequada ou “no tom”.

Pois é.

Tem algumas pessoas que estão tão acostumadas com católico silenciar que, quando um fala, é ataque.

“Ah, você não quer a união” e etc...

Mas esses alguns podem ir em um canal católico, e não estou falando só do meu, falar o que bem quer, sem nenhuma responsabilidade ou fatos, informação correta? Jamaiiisss!

Este canal, no começo, evitou e muito entrar nessas questões de protestantes, ateus, sem religião, desigrejados vs. católicos. Até porque, na nossa realidade, não temos esses embates. As conversas são sempre muito tranquilas.

Mas isso mudou depois que resolvemos produzir conteúdos dedicados a perguntas básicas sobre o catolicismo e, do imenso nada, recebemos uma chuva de xingamentos, acusações, ofensas diretas e indiretas. Algumas delas compartilhei aí no post.

Mas e os temas?

Purgatório, Maria, Santos, Pilares da Igreja... Também deixei alguns deles aí no post.

Não, o conteúdo era só respondendo o que é, o que a Igreja diz...

Sabe conteúdo bem para catequese, básico e simples?

Era isso.

Foi aí que, sem querer, o algoritmo começou a me entregar um monteee de conteúdo contra a nossa fé.

Ao mesmo tempo, começaram a bombar os debates entre evangélicos. Eu sabia que existia, mas até aí deixava com quem era apologeta mesmo e tal.

Mas o nível que foi se achegando até nós era baixo e deturpavam as informações.

Com isso, percebi o quanto eram assuntos que eu não podia deixar passar e o quanto esse tipo de conteúdo deturpa a fé que eu prego.

O quanto muitas vezes os dedos e olhos que recebemos são carregados dessa desinformação que ronda não só aqui, mas outras plataformas.

E foi assim que começaram nossos reacts.

Mas sem deixar a nossa essência de lado.

Nunca atacar a pessoa, mas responder com firmeza ao argumento e com base na Sagrada Escritura, Tradição, Magistério e na vivência da fé.

Porque foi isso que notamos que não existia nas acusações. Até hoje.

Com isso, fomos lembrando de muitos pontos importantes, irmãos protestantes se achegaram para conversar e ainda permanecem aqui, irmãos católicos aprenderam mais sobre a fé e tantos outros frutos.

Vimos e aprendemos que mesmo desse mal que tivemos que passar podíamos tirar um bem.

E tiramos.

E hoje trago esse comentário aqui para, mais uma vez, mostrar e reforçar que aqui não somos de atacar ou acusar ninguém.

Se tem conteúdo, é porque recebemos algo. Não é gratuito e muito menos genérico, ou que generalize.

E deixo aqui esse post para servir como fonte para o próximo desatento que vier me acusar de coisas como estão nesse comentário.

Aqui não tem católica boba.

Tem católica que ama os irmãos, mas que é firme quando precisa ser.

E não vai abaixar a cabeça quando tentarem pisar na sua fé, missão ou vida.

Espero ter deixado claro!

Santo dia!

1 week ago | [YT] | 40

Juliana Jesus Paixão

OH, IRMÃO! NÃO BRISA 😂

Mais uma vez vou ter que desiludir certos irmãos que aparecem por aqui.

Não, gente. Juju não vai mudar de religião. Sabe de nada, inocente! 😂

E sabe por quê?

Vamos a alguns dos principais motivos:

Eu amo Cristo vivo e realmente presente na Eucaristia. Eu JAMAIS vou abrir mão de Cristo Eucarístico.
Eu amo Nossa Senhora. E, sinceramente? Ela parece me “perseguir” por onde eu vou. 😂 Então não, também não vou simplesmente abandonar aquilo que a Igreja me ensinou sobre Ela.
Eu rezo pelas almas do Purgatório e, quanto mais estudo sobre isso, mais compreendo e amo essa doutrina.
Eu amo os Papas, o Magistério e as orientações da Igreja. E não, eu não pretendo viver a minha fé como se cada cristão pudesse montar sua própria versão do cristianismo.
Eu amo meus santos de devoção. Suas vidas, testemunhos e espiritualidade falam profundamente comigo.

E esses são só alguns pontos.

Existem MILHARES de outras coisas que eu não abriria mão para viver uma fé que rejeita justamente aquilo que eu creio, amo, vivo e estudo há tantos anos.

Então, querido irmão, pode parar de contar os dias. 😂

“Jú, mas você se contradisse naquele conteúdo!”

Não. Naquele vídeo, não.

Inclusive, o que eu falei está respaldado por documentos da Igreja, pelo Magistério e pelo estudo sério da doutrina católica.

Não tenho culpa se você assistiu ao vídeo procurando uma contradição e acabou não entendendo o que eu estava explicando.

O assunto era PURGATÓRIO.

E tem uma coisa curiosa nisso tudo:

Quanto mais contestam a minha fé, mais eu estudo.

Eu leio. Releio. Comparo. Pesquiso. Vou às fontes. Estudo os documentos da Igreja. Converso com padres. E preparo os conteúdos daqui justamente para não ficar repetindo aquilo que “me contaram”.

E sabe qual é o resultado?

Eu me apaixono AINDA MAIS pela fé que vivo.

Porque eu não estou aqui defendendo uma fé que conheço superficialmente.

Eu vivo, oro, estudo, leio e respiro tudo isso que compartilho neste canal.

Por isso, quando aparecem comentários dizendo que “um dia eu vou perceber a verdade e virar evangélica”, eu só consigo pensar:

Oh, irmão…

NÃO BRISA. 😂

E por que fazer um post sobre isso?

Porque esse comentário é um exemplo de algo que acontece muito:

Algumas pessoas passam tanto tempo preocupadas em “converter” o outro que acabam conhecendo muito pouco sobre aquilo que o outro realmente crê.

Criam uma caricatura do catolicismo, chamam de “firula”, “manobra histórica” ou “invenção humana” e depois acreditam que refutaram a fé católica.

Às vezes, antes de tentar converter um católico, vale a pena primeiro conhecer o que a Igreja Católica realmente ensina.

E eu digo isso sem problema nenhum em afirmar:

SOU CATÓLICA, APOSTÓLICA E ROMANA.

NÃO NEGO E NÃO NEGAREI.

Respeito meus irmãos de outras religiões e denominações, mesmo quando discordo profundamente de determinadas posições.

E justamente por respeitar, eu não preciso entrar no canal de ninguém para ficar dizendo que a fé daquela pessoa é “firula”, que ela está “quase se convertendo” ou que “um dia vai descobrir a verdade”.

Tenho mais o que fazer. 😂

Trabalho é o que não falta por aqui!

E louvo a Deus pelos meus irmãos de outras religiões que também não precisam diminuir a fé dos outros para demonstrar a própria.

No fim das contas, é muito mais bonito anunciar aquilo em que acreditamos do que passar a vida inteira tentando dizer ao outro no que ele deveria acreditar.

2 weeks ago | [YT] | 179

Juliana Jesus Paixão

O problema desse tipo de comentário? Tirando o ad hominem grudado nele... É a falta de coragem da pessoa de dizer: EU não aceito essa doutrina. EU não acredito. EU não vejo lógica nisso por causa disso e disso.

Essa foi a conclusão a que chegamos na semana passada, quando recebemos muitos desses comentários.

Alguns até trazem textões contestando, mas, a cada contestação, ficam dizendo o que nós não vivemos e querendo reescrever a doutrina da Igreja Católica.

Acham (só acham) que entendem o que vivemos, mas, quando vamos analisar, deturpam não só as referências bíblicas que usamos, como também o próprio Catecismo da Igreja, seja em relação ao purgatório, aos santos ou à Virgem Maria.

Mas nenhum desses comentários que recebemos e lemos — inclusive aqueles com os quais interagimos — teve a coragem de dizer: “Eu não aceito e não acredito nisso.”

Você tem direito de não concordar, não acreditar e não aceitar. Mas não tem o direito de deturpar aquilo que o outro vive.

E pior: o outro que vive está te explicando o que ele vive, e você bate na tecla de que “não, não é assim”. Que é de acordo com o que você acha ou interpreta.

E isso piora quando mostramos as referências bíblicas sobre os assuntos mais polêmicos que envolvem nossas diferenças de profissão de fé.

Aí, o ad hominem rola solto. O texto é tirado do contexto e você é tratado como desonesto, burro, o menor de todas as criaturas... simplesmente porque não falou aquilo que o queridíssimo acredita.

E estaria tudo bem debater e conversar, gente. Aqui nós gostamos disso.

O problema é você vir a um canal que não professa a mesma fé que você, chegar com os dois pés no peito e querer impor o seu achismo.

A você que quer chegar aqui “provando que estamos errados”, seja bem-vindo.

Mas assuma que você não concorda, não acredita e não aceita. Exponha os seus argumentos. Debata. Questione.

Mas não venha deturpar algo que você não vive. E, se já viveu, mas hoje não vive mais, também não presuma que conhece melhor do que nós aquilo que estamos professando e vivendo hoje.

Deus nos dê sabedoria para lidar da melhor maneira com o diferente!

Santo dia!

2 weeks ago | [YT] | 30

Juliana Jesus Paixão

Você que não entende sobre o Dogma do Purgatório, repete comigo: Purgatório não é segunda chance!

De todos os comentários que recebemos quando falamos do Purgatório, o que mais aparece é: “Deus não vai dar segunda chance”, “onde já se viu Deus dar segunda chance?”, “então o sacrifício de Cristo não valeu de nada?”.

Então, como essa é uma grande dificuldade quando esse assunto aparece, e com base nela recebemos inúmeras acusações inverídicas, resolvemos trazer isso daqui.

“Aaah Ju, viva a sua fé e não se preocupe com essas acusações.”

Foi exatamente vivendo e compartilhando a minha fé que começaram essas acusações. Foi por causa disso que deixei de lado meu perfil pessoal no Instagram e criei um público. E eu não estava cutucando ninguém, estava só compartilhando a minha fé, e recebi uma enxurrada de xingamentos, acusações e etc. Só não caímos porque temos Deus e a terapia está em dia.

E sabe qual é o problema de simplesmente não explicar? Muitas pessoas acabam ouvindo essas coisas e acreditando que aquilo realmente é o que a Igreja Católica ensina.

Então, quando vemos que é necessário, nós explicamos.

Por mais que a gente saiba que esse assunto vai atrair pessoas que têm dúvidas ou que entendem de uma forma diferente, algumas vão entender. E os nossos irmãos católicos que já professam essa fé também vão poder perceber o quão belo é esse dogma, que muitas vezes é esquecido ou até deixado de lado por medo das coisas que costumamos ouvir sobre ele.

Então vamos lá, finalmente a explicação.

Mas, ao final, por que o Purgatório não é segunda chance?

Primeiro, precisamos entender o que a Igreja Católica realmente chama de Purgatório.

Porque quando alguém ouve “Purgatório”, pode imaginar que é um lugar onde a pessoa morre, Deus olha para ela e fala: “Bom, você não escolheu muito bem durante a vida, então vou te dar mais uma oportunidade, mas não é isso que a Igreja ensina.

O Purgatório não é uma nova oportunidade de conversão. A pessoa que está no Purgatório já MORREU NA GRAÇA e na amizade de Deus.

Isso é muito importante ressaltar: A pessoa não está lá para decidir se quer Deus, ela já morreu unida a Deus. Ou seja, ela não está tentando conquistar a salvação, ela já está salva.

Então o que acontece? Ela precisa ser purificada (nem toda purificação é conversão)
E é justamente isso que o Catecismo explica quando fala daqueles que morrem na graça e na amizade de Deus, mas ainda não estão perfeitamente purificados.

Segunda chance seria uma nova oportunidade para escolher Deus depois da morte. O Purgatório não é isso. Repetindo: o Purgatório é a purificação daqueles que já pertencem a Deus.

É como se a gente precisasse separar duas coisas que às vezes são colocadas como se fossem uma só: perdão e purificação. Deus pode perdoar verdadeiramente um pecado e, ao mesmo tempo, ainda existir em nós uma necessidade de transformação.

Pensa, por exemplo, em alguém que passou muitos anos cultivando determinado pecado ou determinado apego.

Essa pessoa pode se arrepender verdadeiramente, confessar seu pecado, receber o perdão de Deus e morrer na amizade com Ele, mas isso não significa que ela tenha alcançado, naquele mesmo instante, a perfeita santidade.

E é justamente essa purificação que o Purgatório representa.

Não é Deus dizendo: “Vou ver se você merece o Céu.', não é uma prova para descobrir se a pessoa será salva e, de novo, não é uma segunda oportunidade. É a preparação final daqueles que já estão destinados ao Céu.

E aí aparece a outra dúvida: “Mas se Cristo já morreu pelos nossos pecados, por que precisamos de Purgatório?”

Porque o Purgatório não significa que o sacrifício de Cristo foi insuficiente, muito pelo contrário, é por causa de Cristo que somos salvos.

Ninguém compra a própria salvação no Purgatório, ninguém paga uma dívida que Jesus deixou incompleta, ninguém consegue chegar ao Céu por mérito próprio. A purificação também é obra da graça de Deus.

Cristo nos salva e nos conduz à santidade. E a Igreja entende que, para aqueles que morrem na amizade com Deus, mas ainda precisam dessa purificação, ela acontece depois da morte.

Por isso o Purgatório não compete com a Cruz, nunca, jamaiiis! O Purgatório não acrescenta alguma coisa que faltou no sacrifício de Cristo. Tudo continua vindo de Cristo.

E isso também nos ajuda a entender por que a pessoa que está no Purgatório não está “quase no Inferno”. Ou seja, ela não está tentando conquistar a salvação, ela já está salva. Não é condenação, a pessoa já está salva!

O sofrimento da purificação não é o sofrimento de alguém que perdeu Deus, mas de alguém que está sendo purificado para finalmente contemplá-Lo plenamente.

E aqui está uma coisa muito bonita da doutrina católica: Deus não apenas perdoa o pecador, Ele também o transforma. O objetivo da nossa vida cristã não é simplesmente chegar ao fim dizendo “fui perdoado”. É sermos configurados a Cristo, sermos santificados.

Então, quando falamos que Purgatório não é segunda chance, é porque estamos falando de duas coisas completamente diferentes.

Segunda chance seria a pessoa morrer sem Deus e receber depois da morte uma nova oportunidade de escolher Deus.

Purgatório é a purificação de quem MORREU NA GRAÇA e na amizade de Deus, mas ainda não alcançou a perfeita santidade.

Ou seja? Uma coisa não é a outra.

Por isso, quando entendemos o que a Igreja realmente ensina, percebemos que o Purgatório não diminui o sacrifício de Cristo.

Muito pelo contrário, Ele nos mostra justamente a profundidade daquilo que Deus realiza em nós: Ele nos salva e também nos purifica.

Então, repete comigo, novamente (rs'): Purgatório não é segunda chance, é purificação. É para aqueles que morreram na amizade com Deus e estão destinados à plena comunhão com Ele.

E é por isso que esse dogma é tão bonito, e precisa ser falado sim!

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Para você consultar e deixar as fontes na descrição

Catecismo da Igreja Católica

• CIC 1030 — aqueles que morrem na graça e amizade de Deus, mas ainda não estão perfeitamente purificados, passam por uma purificação depois da morte, estando seguros da salvação eterna.
• CIC 1031 — define o Purgatório como a purificação final dos eleitos e o distingue do castigo dos condenados.
• CIC 1032 — relaciona a doutrina também à prática de oração pelos mortos e aos sufrágios oferecidos por eles.
• CIC 1472 — explica a distinção entre a culpa do pecado e suas consequências temporais.
• CIC 954-959 — trata da comunhão entre a Igreja peregrina, os fiéis que se purificam e os santos no Céu.

Catecismo da Igreja Católica — §§ 1030-1032

Concílio Vaticano II — Lumen gentium, 49-50

O nº 49 é especialmente interessante porque apresenta os membros da Igreja em três situações: alguns ainda peregrinam na terra, outros, depois desta vida, são purificados, e outros já estão na glória. Isso ajuda muito a entender que a purificação não é uma “segunda chance”, mas uma condição daqueles que já pertencem à Igreja e caminham para a plena visão de Deus.

Lumen gentium — Vaticano II

São João Paulo II — Audiência Geral de 4 de agosto de 1999

São João Paulo II explica o Purgatório justamente como uma purificação necessária para aqueles que estão abertos a Deus, mas ainda de modo imperfeito, e ressalta que a Escritura apresenta elementos que ajudam a compreender essa doutrina, embora não use formalmente o termo “Purgatório”.

Audiência de São João Paulo II sobre o Purgatório — 04/08/1999

Passagens bíblicas para consultar

2Macabeus 12,43-46 — oração e sacrifício pelos mortos, para que fossem libertados do pecado.

1Coríntios 3,11-15 — a obra de cada um será provada pelo fogo; mesmo aquele cuja obra for queimada poderá ser salvo, “como através do fogo”.

Mateus 12,31-32 — Jesus fala de pecados que não serão perdoados “nem neste mundo nem no futuro”, passagem tradicionalmente relacionada à possibilidade de haver perdão no mundo futuro.

1Pedro 1,6-7 — a fé é provada pelo fogo, imagem que ajuda a compreender a linguagem bíblica de purificação.

Apocalipse 21,27 — nada de impuro entra na presença de Deus, ajudando a compreender a necessidade de uma santidade plena para entrar na glória.

Hebreus 12,14 — “procurai a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”.

**Lembrando que a palavra Purgatório não existe dessa maneira na Bíblia, assim como a Palavra Trindade, mas não quer dizer que não exista na dimensão bíblia. A doutrina é construída a partir do conjunto da Escritura, da Tradição e do ensinamento da Igreja. O próprio Catecismo apresenta 1Coríntios 3,15 e 2Macabeus 12,46 entre as referências bíblicas ligadas à doutrina.

2 weeks ago | [YT] | 64

Juliana Jesus Paixão

Oh, gente! Eu conto ou vocês contam, hein? 😂

Sério, passa o tempo e chegam uns comentários mais inacreditáveis que os outros. De verdade, isso alegra o nosso dia.

Mas preciso pontuar algumas coisas para não iludir alguns novos inscritos ou possíveis haters do canal: Nem todo vídeo ou conteúdo é direcionado a você. Muito menos quando estamos respondendo a acusações contra a nossa fé.

Aliás, acusações contra a nossa fé existem desde a época de Jesus. Então, você definitivamente não é o primeiro e nem será o último.

Sempre deixo bem claro que esses conteúdos de contestação da nossa fé têm como base diversos comentários e ataques que recebemos, tanto aqui quanto em outras redes. Inclusive, o assunto do purgatório já foi respondido por nós há mais de dois anos, lá no Instagram.

Nenhum desses conteúdos é feito para convencer especificamente você ou porque, de repente, você “mexeu com alguma coisa”. Não, irmã/irmão.

Estamos fazendo exatamente aquilo que sempre falamos nos vídeos, mas tem gente que não ouve.

Tenha certeza de uma coisa: quando uma resposta for para você, especificamente, seu comentário estará lá ou eu vou citar você.

Aqui não ficamos mandando indiretas. Quando temos um “alvo”, por assim dizer, colocamos às claras.

Agora, quando o assunto é algo geral, não tem como trazer absolutamente tudo. Caso contrário, minha tela teria trocentos comentários, daqui e de outros perfis, para mostrar.

Então, como eu amava dizer quando era jovem: Pare de se sentir o Sol do Sistema Solar e se coloque no seu lugar. ☀️😂

Se você vestiu a carapuça, não é problema meu. É contigo que vestiu.

Se o seu comentário não aparece aqui, então não é para você.

E um último ponto importante: mesmo quando o seu comentário aparece, não revelamos o nome quando entendemos que isso pode gerar confusão ou fazer com que algumas pessoas interpretem a situação de maneira equivocada.

A intenção aqui não é ridicularizar ninguém, mas trazer conteúdo, responder às acusações e provocar reflexão, como sempre fazemos.

Embora, às vezes, usemos um pouquinho de deboche, que até certo ponto é saudável. Desde que a pessoa saiba usar. 😌😂

3 weeks ago | [YT] | 25

Juliana Jesus Paixão

Tem vezes que nos tornamos aquilo que mais detestamos ou que tentamos combater.
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Sim, eu sei que tem cristãos que são exatamente como esta pessoa descreveu. E até pior tá? Não são exemplos e muito menos pessoas que nos alegram.
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Mas isso não justifica você chegar em um canal cristão e de alguém que tu nunca viu na vida e agir com deboche que tenta colocar os outros debaixo dos seus pés ou diminuindo quem pensa diferente de você.
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Saber dialogar e não usar a régua baseado nas bolhas que pertencemos é um desafio e tanto. Destilar o veneno em pessoas que não te fizeram nada, só porque outras pessoas jogaram em você, não te faz melhor do que ninguém e não ganha debate.
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Na realidade mesmo? Só te torna igual, ou às vezes até pior, que elas.
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Você não precisa concordar ou amar o outro, mas respeito e educação é obrigação mínima de todo ser humano. Duas coisas que pedem muito hoje em dia, mas que na prática falta e muitooo.
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Nem toda falta de educação é direta, muitas vezes vem assim, escondida, vem em tom de deboche e etc. Talvez esses que são escondidos e querem vomitar moralidade são ainda piores.
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Que esse tipo de situação não nos traga uma sensação de sermos melhores, mas que seja sempre um alerta para que não sejamos assim. Ainda mais quem é Cristão, que bate no peito para dizer que ama a Deus. Que façamos o mínimo que é exigido de um animal racional, como nós seres humanos.
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Que não deixemos ser guiados pelas emoções ou feridas que fizeram em nós.
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Deus nos ajude a lutarmos contra isso sempre.
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Santo dia!

3 weeks ago | [YT] | 10

Juliana Jesus Paixão

O que ALGUNS protestantes, ateus, agnósticos e outras pessoas que são contra a Bíblia ou que simplesmente discordam dela têm em comum?

Acham que nós, cristãos católicos, somos burros, anticiência, contra a pesquisa e que não entendemos aquilo que professamos, muito menos a nossa própria fé.

Comprovei isso esses dias diante de um comentário que rendeu um debate que poderia ter sido muito frutuoso. Mas acabou sendo apenas mais um debate em que você expõe, questiona, argumenta etc., e o outro trata você como se não soubesse de nada. Como se não usasse o cérebro, mas apenas a fé.

Como se fôssemos marionetes da fé que professamos.

Sim, há pessoas que não conhecem tudo e possuem limitações. Isso não dá a ninguém o direito de tentar colocar o outro em um patamar de inferioridade simplesmente porque ele discorda. Muito menos dá o direito de fazer ilações ou colocar palavras na boca do outro.

São poucos os que chegam a este canal e a outros perfis católicos querendo realmente tratar do ponto em questão, sem recorrer ao famoso ad hominem. Na maioria das vezes, aparecem termos, frases ou reflexões como essas que estão nas imagens.

Aprendi, nesses anos de canal e de internet, a deixar o ad hominem de lado. A não me basear em frases como: “Me parece que você não entende” ou “Me parece que você desconhece tal palavra”.

Isso é, muitas vezes, apenas uma forma de diminuir o outro, seja de maneira sutil ou escrachada.

Isso não demonstra intelectualidade e muito menos constitui um argumento capaz de refutar aquilo que o outro disse. Tampouco é uma forma de converter o pensamento de alguém.

Mas quem é cristão sabe que isso não é novidade, e também sabe que não será a última vez.

Se trataram o próprio Verbo Encarnado como um nada, quem dirá como os “intelectuais” irão nos tratar.

Que esses e tantos outros comentários nos motivem a estudar cada vez mais a nossa fé e nos tornem firmes naquilo que professamos.

Não tenhamos medo de quem quer que seja. Mas também não sejamos acomodados em nossa fé.

Que Deus nos ajude nessa empreitada e nessa missão na Terra, e que os dons que recebemos sejam sempre potencializados pelo Seu Santo Espírito.

Que a vida dos Apóstolos seja nossa inspiração para levar o Evangelho com fé, razão e também com as emoções, sempre segundo o coração de Deus.

Santa noite!

3 weeks ago (edited) | [YT] | 33

Juliana Jesus Paixão

ERRO 404 após dar enterro para continuar respondendo sobre acusações contra nós católicos é igual a: protestante machão que não aguentou a verdade e não sabe dialogar. ✌️
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Enfim, entrar nesses debates nos comentários ajuda a entender o quanto muitos deturpam não só a fé do outro, mas a Bíblia e as palavras.
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Temos percebido o quanto saber o básico, como por exemplo, o significado das palavras faz toda a diferença para não ser enganado e nem para cometer o erro de falhas acusações.

Então, dica para você e que te salva de não acusar os outros quando for ler a Bíblia ou estudar algo sobre a fé tenha um dicionário do seu ladinho. Faz a diferença e evita bancar o sem noção e acusador contra o irmão.
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Santa noite!

1 month ago | [YT] | 26

Juliana Jesus Paixão

Para este dia, em que celebramos a vida de um santo muito especial, deixo essa música: https://www.youtube.com/watch?v=bSYIu...
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Qual outra música você ama e tem algo sobre a vida de Santo Agostinho? Deixa ai nos comentários

1 month ago | [YT] | 0