"Se a propriedade privada foi a origem do patriarcado, a progressiva abolição do regime econômico de propriedades deveria ter produzido a tão anunciada 'libertação da mulher', como de fato a propaganda soviética quis que o mundo livre acreditasse estar realmente acontecendo. Com o tempo, viríamos a saber que tal libertação não foi senão mais uma mentira entre tantas outras que o comunismo nos contara. [...] Existe um 'decreto' da época, da cidade de Vladmir (houve outro similar em Saratov), que propunha uma 'socialização das mulheres', e que ilustra bem o tipo de mentalidade que o socialismo gerou: 'A partir dos dezoito anos de idade, fica declarado que toda mulher é propriedade estatal. Toda mulher que alcance a idade de dezoito anos e que não seja casada está obrigada, sob pena de denúncias e castigos severos, a inscrever-se em um centro de AMOR LIVRE. Uma vez inscrita, a mulher tem direito de escolher um marido entre dezenove e cinquenta anos. Os homens também têm direito de escolher uma mulher que tenha chegado à idade de dezoito anos, supondo que tenham provas que confirmem sua condição de proletário. Para aqueles que quiserem, a escolha do marido ou da esposa pode dar-se uma vez ao mês. Por interesse do Estado, os homens entre dezenove e cinquenta anos têm direito a escolher mulheres inscritas no centro, sem que precisem do assentimento destas. Os filhos que sejam fruto desse tipo de convivência tornar-se-ão propriedade da República'.
Estes delírios de 'comunismo sexual' incluíam marchas de nudez, ligas de amor livre, projetos de instalação de cabines públicas reservadas para o ato sexual, entre outras ideias cujo pano de fundo era o mais sórdido materialismo, que reduzia a experiência do amor a uma necessidade fisiológica e por isso, como tal, o Estado deveria atender e planejar."
Boa tarde, pessoal! Infelizmente tive que repostar meu último vídeo, pois o YouTube começou travar a reprodução no momento que início a explicação sobre "fem1naz1", deixando impossibilitada a visualização a partir do sexto minuto. Por isso, para que todos consigam vizualizar, editei o vídeo censurando essa palavra, da mesma forma que faço com "ab0rt0" e espero que essa ação resolva.
No último vídeo, eu fiz uma resenha sobre "O Livro das Virtudes". Essa obra foi organizada por William J. Bennett, um político conservador estadunidense, que foi Secretário de Educação dos Estados Unidos da América no Governo Reagan e Diretor do Escritório de Política Nacional do Controle de Drogas da Administração Bush. A editora Nova Fronteira publicou aqui no Brasil versões dessa obra, que ganharam toques brasileiros com a edição de Luiz Raul Machado para o primeiro volume e de Ana Maria Machado para o segundo. Foram incorporados textos de língua portuguesa que revelassem as virtudes e que se adequassem ao espírito da obra. De leitura fácil e prazerosa, seus dois volumes reúnem textos de muitas épocas e muitos lugares.
Este é um boxe para a família, para o leitor jovem ou maduro, para ser lido, relido, contado. São livros atemporais, do tipo que todo mundo deveria ter em casa. Se você ainda não viu a resenha completa, clique aqui para ler 👉🏻 https://youtu.be/ViEfMaNlPRM
Marcela B. Takehara
Bom dia, pessoal!
Passando para avisar que está rolando um super sorteio lá no meu instagram😊
www.instagram.com/p/CcRbKVZMwOn/?igshid=YmMyMTA2M2…
4 years ago | [YT] | 60
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Marcela B. Takehara
"Se a propriedade privada foi a origem do patriarcado, a progressiva abolição do regime econômico de propriedades deveria ter produzido a tão anunciada 'libertação da mulher', como de fato a propaganda soviética quis que o mundo livre acreditasse estar realmente acontecendo.
Com o tempo, viríamos a saber que tal libertação não foi senão mais uma mentira entre tantas outras que o comunismo nos contara.
[...]
Existe um 'decreto' da época, da cidade de Vladmir (houve outro similar em Saratov), que propunha uma 'socialização das mulheres', e que ilustra bem o tipo de mentalidade que o socialismo gerou: 'A partir dos dezoito anos de idade, fica declarado que toda mulher é propriedade estatal. Toda mulher que alcance a idade de dezoito anos e que não seja casada está obrigada, sob pena de denúncias e castigos severos, a inscrever-se em um centro de AMOR LIVRE. Uma vez inscrita, a mulher tem direito de escolher um marido entre dezenove e cinquenta anos. Os homens também têm direito de escolher uma mulher que tenha chegado à idade de dezoito anos, supondo que tenham provas que confirmem sua condição de proletário. Para aqueles que quiserem, a escolha do marido ou da esposa pode dar-se uma vez ao mês. Por interesse do Estado, os homens entre dezenove e cinquenta anos têm direito a escolher mulheres inscritas no centro, sem que precisem do assentimento destas. Os filhos que sejam fruto desse tipo de convivência tornar-se-ão propriedade da República'.
Estes delírios de 'comunismo sexual' incluíam marchas de nudez, ligas de amor livre, projetos de instalação de cabines públicas reservadas para o ato sexual, entre outras ideias cujo pano de fundo era o mais sórdido materialismo, que reduzia a experiência do amor a uma necessidade fisiológica e por isso, como tal, o Estado deveria atender e planejar."
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Trecho do livro O LIVRO NEGRO DA NOVA ESQUERDA de Agustin Laje e Nicolás Marquez, publicado pela @danubioeditoraa. Clique aqui para ver na Amazon 👉🏻amzn.to/3uD1fb5
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#olivronegrodanovaesquerda #antifeminismo #anticomunismo #antisocialismo
5 years ago | [YT] | 98
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Marcela B. Takehara
Boa tarde, pessoal! Infelizmente tive que repostar meu último vídeo, pois o YouTube começou travar a reprodução no momento que início a explicação sobre "fem1naz1", deixando impossibilitada a visualização a partir do sexto minuto.
Por isso, para que todos consigam vizualizar, editei o vídeo censurando essa palavra, da mesma forma que faço com "ab0rt0" e espero que essa ação resolva.
Agradeço a compreensão de todos.
https://youtu.be/z1tADljwPvM
6 years ago | [YT] | 37
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Marcela B. Takehara
No último vídeo, eu fiz uma resenha sobre "O Livro das Virtudes". Essa obra foi organizada por William J. Bennett, um político conservador estadunidense, que foi Secretário de Educação dos Estados Unidos da América no Governo Reagan e Diretor do Escritório de Política Nacional do Controle de Drogas da Administração Bush. A editora Nova Fronteira publicou aqui no Brasil versões dessa obra, que ganharam toques brasileiros com a edição de Luiz Raul Machado para o primeiro volume e de Ana Maria Machado para o segundo. Foram incorporados textos de língua portuguesa que revelassem as virtudes e que se adequassem ao espírito da obra.
De leitura fácil e prazerosa, seus dois volumes reúnem textos de muitas épocas e muitos lugares.
Este é um boxe para a família, para o leitor jovem ou maduro, para ser lido, relido, contado. São livros atemporais, do tipo que todo mundo deveria ter em casa. Se você ainda não viu a resenha completa, clique aqui para ler 👉🏻 https://youtu.be/ViEfMaNlPRM
6 years ago (edited) | [YT] | 46
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